Cooperação Tecnológica



A cooperação tecnológica constitui um determinante para o lucro de resultados empresariais competitivos, baseados na I&D e na inovação tecnológica. Permite ligar capacidades tecnológicas e resultados de investigação com vantagens competitivas de alcance internacional, através da colaboração e o trabalho em rede de diferentes organizações.

No caso de países da Europa e América Latina a cooperação tecnológica converte-se em multinacional, estabelecendo acordos de cooperação que podem ser de diversos tipos:

Cooperação bilateral

Os acordos de cooperação bilateral são convênios internacionais desenhados para desenvolver e fortalecer a colaboração entre dois países no campo da investigação científica e tecnológica através de acções conjuntas entre os seus respectivos programas nacionais, centros e equipas de investigação. Em muitos casos, estão especializados por setor e combinam uma grande variedade de acções, desde a mobilidade internacional até à realização de projectos de investigação colaborativa, intercâmbio e formação conjunta de pesquisadores, organização de Workshops e reuniões científicas especializadas ou outras acções de interesse mútuo. Alguns exemplos de paises com destes acordos bilaterais são: Argentina, Chile, Costa Rica, El Salvador, Espanha, Guatemala, México, Perú, Uruguai.

Cooperação multilateral

Os acordos de cooperação multilateral são convênios internacionais com o mesmo cometido que os acordos bilaterais, mas brindados por Organismos Internacionais aos Estados e nos que participam um conjunto de países. Entre estes, destacam: os programas da União Europeia à cooperação, Nações Unidas, OEI, SEGIB, MERCOSUR, UNASUR ou BID.

Programas de cooperação tecnológica multilateral

Entre os programas de cooperação tecnológica internacionais mais relevantes para Iberoamérica destacam:

O Centro de Estudos Económicos Tomillo propõe uma guia para a cooperação tecnológica, com os passos básicos que deve realizar uma empresa para estabelecer acordos de cooperação tecnológica com outras organizações, como podem ser: acordos de investigação e desenvolvimento (I&D), cessão de licenças e marcas, contratos de assistência técnica, sub-contratação, spin-off, qualidade de marca ou joint-venture